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Case Study:

Custom engineering PR

Author:

Sophie

Mero Field, in the Santos pre-salt basin, receives unprecedented technology for seismic monitoring

18052026

Shell Brasil, Petrobras, SENAI CIMATEC, and Sonardyne complete the first qualification phase of the OD OBN subsea seismic node system with a significant milestone. Scroll down to read this news in Portuguese.

Rio de Janeiro, May 19, 2026 – The Mero Field – located in the Santos pre-salt basin and operated by the consortium comprising Petrobras (38.6%), Shell Brasil (19.3%), TotalEnergies (19.3%), CNPC (9.65%), CNOOC (9.65%), and PPSA (3.5%) – will benefit from a pioneering technology for 4D seismic acquisition, developed through a CENPES RD&I initiative in partnership with Shell, Sonardyne, and SENAI CIMATEC. The first phase of qualification of the On-Demand Ocean Bottom Nodes (OD OBN) system has been completed, with the deployment of 84 units on the seabed at a depth of approximately two thousand meters. This project is funded by Shell Brasil and Petrobras’s CENPES through ANP’s R&D clause, and is being carried out by SENAI CIMATEC and Sonardyne.

The technology was developed to support reservoir management, offering a new alternative for 4D seismic acquisition – a technique used to monitor fluid behaviour within the reservoir. This type of data enables improved decision-making regarding production and fluid injection, contributing to more efficient operations.

The qualification marks a new milestone following eight years of technological development, which included conceptual design, prototype manufacturing, laboratory testing, and over two thousand days of deepwater trials. The deployment enabled validation of the installation system logistics, and, during operations, some equipment underwent validation testing for data transmission via laser-based optical communication.

“The deployment operation of the first 84 OD OBN units from the pilot batch is a highly significant step for both the program and the commercialization of the product. The success of this critical phase is a source of great pride and reflects the maturity achieved throughout development. We continue to advance toward the next stages of this challenging project,” stated Valter Beal, Innovation Project Leader at SENAI CIMATEC.

“Completing the first deployment phase of the OD OBNs at Mero represents a decisive step in the maturation of a technology with strong potential to generate real value for offshore operations. The next stages—seismic acquisition, data retrieval, and interpretation—will follow in the coming months. In partnership with Petrobras, SENAI CIMATEC, and Sonardyne, we aim to transform national R&D into more frequent, accurate, and efficient reservoir decisions, strengthening a more competitive and sustainable pre-salt,” said Manoela Lopes, Technology and Innovation Director at Shell Brasil.

The seismic acquisition and data retrieval phases will conclude the OD OBN qualification. Acquisition will consist of a seismic survey over the monitored area, while retrieval will involve recovering recorded data via optical communication. Data processing and interpretation will follow the standard workflow of a 4D seismic survey, with the objective of assessing system performance and its potential to support reservoir management.

“For the first time, we are developing in Brazil the technology that will enable seismic monitoring of pre-salt fields. This demonstrates that investment in science and technology, through partnerships between companies and research institutions, can foster industrial development in the country,” stated Lílian Barreto, Executive Manager of Cenpes, Petrobras’ Research, Development and Innovation Center. “It is a commercial product with a high technological level that enhances our offshore operational efficiency, reduces operational risks, and contributes to lower-emission operations,” she added.

Sonardyne contributed the through water acoustic and optical communications technologies that enable the nodes to be controlled and data to be retrieved wirelessly in deepwater environments. The company also provides systems integration and engineering capability, and is jointly responsible for manufacturing the pilot OD OBN system in Brazil, together with SENAI CIMATEC.

“Seeing the OD OBN system successfully deployed at Mero is a strong validation of the technology and the collaborative R&D behind it,” says Shaun Dunn, Projects Director, Sonardyne. “We are looking forward to moving to the next phase of the project which involves full commercialization and manufacturing of OD OBNs in Brazil.”

 

How the technology works

OD OBNs are sensors that capture seismic waves reflected from oil reservoirs. This data is processed in supercomputers, enabling the adjustment of extraction rates and the reinjection of water and gas to stimulate well production. A key differentiator of the developed technology is that the equipment can operate on the seabed for up to five years, at depths of up to 3,000 meters, and can be remotely activated and deactivated. Data extraction is performed through wireless optical communication with subsea vehicles.

Campo de Mero, no pré-sal da Bacia de Santos, recebe tecnologia inédita para monitoramento sísmico

Shell Brasil, Petrobras, SENAI CIMATEC e Sonardyne concluem primeira fase de qualificação de sistema de nós sísmicos submarinos OD OBN com marco relevante.

O campo de Mero – localizado no pré-sal da Bacia de Santos e operado pelo consórcio formado pela Petrobras (38,6%), Shell Brasil (19,3%), TotalEnergies (19,3%), CNPC (9,65%), CNOOC (9,65%) e PPSA (3,5%) – contará com uma tecnologia inédita para a aquisição de sísmica 4D. A primeira fase de qualificação do sistema de nós sísmicos submarinos sob demanda (OD OBN, na sigla em inglês) foi concluída, com a implantação de 84 unidades no leito marinho a aproximadamente dois mil metros de profundidade. Este é um projeto com recursos da Shell Brasil e do CENPES, da Petrobras, advindos da cláusula de PD&I da ANP, e com execução do SENAI CIMATEC e da Sonardyne.

A tecnologia foi desenvolvida para apoiar o gerenciamento de reservatórios de petróleo, oferecendo uma nova alternativa para a aquisição de sísmica 4D — técnica utilizada para acompanhar o comportamento dos fluidos dentro do reservatório. Esse tipo de informação permite aprimorar a tomada de decisões sobre produção e injeção de fluidos, contribuindo para operações mais eficientes.

A qualificação marca um novo passo após oito anos de desenvolvimento da tecnologia, que incluíram etapas de projeto conceitual, fabricação de protótipos, testes em laboratório e mais de dois mil dias de testes em águas profundas. A implantação permitiu validar a logística do sistema de instalação e, durante a operação, alguns dos equipamentos passaram por um teste de validação da transmissão de dados por comunicação óptica a laser.

“A operação de deposição das primeiras 84 unidades OD OBNs do lote piloto é um passo muito importante para o programa e para a comercialização do produto. O sucesso dessa etapa crítica nos orgulha muito e reflete a maturidade alcançada ao longo do desenvolvimento. Seguimos avançando para as próximas fases deste projeto desafiador.”, afirma Valter Beal, líder de projetos de Inovação no SENAI CIMATEC.

“Concluir a primeira fase de implantação dos OD OBNs em Mero é um passo decisivo na maturação de uma tecnologia com forte potencial de gerar valor real ao offshore. As próximas etapas – de aquisição sísmica, coleta de dados e interpretação – seguirão nos próximos meses. Em parceria com Petrobras, SENAI CIMATEC e Sonardyne, buscamos transformar P&D nacional em decisões de reservatório mais frequentes, precisas e eficientes, fortalecendo um pré-sal mais competitivo e sustentável”, avalia Manoela Lopes, Diretora de Tecnologia e Inovação da Shell Brasil.

As fases de aquisição sísmica e coleta de dados concluem a qualificação do OD OBN. A aquisição consistirá em um levantamento sísmico sobre a área monitorada, e a coleta abrangerá a recuperação dos dados registrados por comunicação óptica. O processamento e a interpretação dos dados seguirão o fluxo habitual de um levantamento sísmico 4D, com o objetivo de avaliar o desempenho do sistema e seu potencial de apoiar o gerenciamento de reservatórios.

“Pela primeira vez, estamos desenvolvendo, no Brasil, a tecnologia que nos permitirá o monitoramento sísmico dos campos do pré-sal. Isso mostra que o investimento em ciência e tecnologia, por meio de parcerias entre empresas e instituições de pesquisa, pode gerar desenvolvimento industrial no país”, afirma Lílian Barreto, gerente executiva do CENPES, o Centro de Pesquisas, Desenvolvimento e Inovação da Petrobras. “É um produto comercial de maior grau tecnológico que melhora nossa eficiência operacional offshore, reduzindo riscos operacionais e contribuindo para operações com menor intensidade de emissões”, acrescenta.

A Sonardyne contribuiu com tecnologias de comunicação subaquática acústica e óptica, que permitem que os nós sejam controlados e que os dados sejam recuperados em ambientes de águas profundas. A empresa também oferece integração de sistemas e expertise em engenharia, além de ser corresponsável pela fabricação do sistema piloto do OD OBN no Brasil, juntamente com o SENAI CIMATEC.
“Ver o sistema OD OBN implantado com sucesso em Mero é uma forte validação da tecnologia e do trabalho colaborativo de P&D por trás dele”, afirma Shaun Dunn, Diretor de Projetos da Sonardyne. “Estamos ansiosos para avançar para a próxima fase do projeto, que envolve a plena comercialização e a fabricação no Brasil.”

Como funciona a tecnologia

Os nós OD OBN são sensores que captam ondas sísmicas refletidas nos reservatórios de petróleo. Essas informações são processadas em supercomputadores, permitindo o ajuste das taxas de extração e reinjeção de água e gás para estimular a produção dos poços. O diferencial da tecnologia desenvolvida é que os equipamentos poderão operar por até cinco anos no fundo do mar, a uma profundidade de até três mil metros, sendo ativados e desativados remotamente. A extração de dados é feita por meio de comunicação óptica com veículos subaquáticos.